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GAECO lança Operação Smart e investiga esquema em presídio de Florianópolis

Uma operação sigilosa do GAECO movimentou Florianópolis na manhã desta quinta-feira (21). A força-tarefa do Ministério Público de Santa Catarina investiga um suposto esquema de facilitação da entrada de dispositivos eletrônicos dentro da Unidade de Detenção Provisória (UDP), localizada no Complexo Penitenciário da Agronômica.

Durante a ação, um homem foi preso em flagrante após agentes encontrarem quase 3 quilos de maconha, além de celulares, balanças de precisão e materiais usados para embalar drogas.

Como começou a investigação da Operação Smart

As investigações tiveram início após a Polícia Penal localizar um smartwatch com chip e carregador escondido entre objetos destinados a internos da unidade prisional.

Segundo os investigadores, os equipamentos estavam ocultos de forma estratégica para tentar burlar os sistemas de revista da penitenciária.

A partir da apreensão, o GAECO identificou indícios de um possível esquema organizado para facilitar a entrada de aparelhos eletrônicos proibidos dentro da UDP de Florianópolis.

Mandados e apreensões realizadas pelo GAECO

A Operação Smart cumpriu:

  • 2 mandados de busca e apreensão
  • 1 afastamento de sigilo bancário
  • Prisão em flagrante por tráfico de drogas

Entre os materiais apreendidos estão:

  1. Smartwatch com chip
  2. Telefones celulares
  3. Balanças de precisão
  4. Material para embalo de drogas
  5. Aproximadamente 2,847 kg de maconha

Todo o material recolhido será encaminhado para perícia da Polícia Científica.

O que significa o nome “Operação Smart”?

O nome da operação faz referência ao uso de tecnologia e inteligência no esquema investigado, especialmente envolvendo dispositivos eletrônicos clandestinos dentro do sistema prisional.

A investigação é conduzida pela 39ª Promotoria de Justiça da Capital, especializada no combate às organizações criminosas em Santa Catarina.

GAECO reforça combate às facções criminosas

O GAECO atua em conjunto com:

  • Polícia Civil
  • Polícia Militar
  • Polícia Penal
  • Receita Estadual
  • Corpo de Bombeiros Militar

A força-tarefa é considerada uma das principais estruturas de repressão ao crime organizado em Santa Catarina.

As investigações seguem sob sigilo e novas informações poderão ser divulgadas nos próximos dias.

Comente abaixo: você acredita que o combate ao crime organizado precisa de penas mais rígidas dentro dos presídios?

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