Um homem que atuava como líder religioso em Criciúma foi condenado a 40 anos, 10 meses e 24 dias de prisão por crimes sexuais contra ao menos dez mulheres. Os delitos incluem violação sexual mediante fraude, estupro e importunação sexual. A sentença foi proferida após uma denúncia do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC).
De acordo com a 13ª Promotoria de Justiça de Criciúma, os abusos aconteceram em uma casa religiosa mantida pelo condenado. Ele se apresentava como “pai espiritual” e usava sua influência sobre frequentadores que buscavam curas milagrosas. Alegando incorporar entidades espirituais, ele afirmava que as vítimas precisavam realizar atos libidinosos para alcançar suas preces.
O promotor de Justiça Fernando Rodrigues de Menezes Júnior destacou que as vítimas estavam em situações de vulnerabilidade psíquica quando procuraram o líder religioso. Entre 2015 e 2023, o homem abusou das mulheres durante rituais, onde dizia estar incorporando entidades. Ele tocava, beijava, acariciava e, em alguns casos, estuprava as vítimas, afirmando que essas ações trariam prosperidade às suas vidas.
O condenado estava preso preventivamente e teve o direito de recorrer em liberdade negado. O processo tramita sob segredo de Justiça para preservar as identidades das vítimas.
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