Cuidar de uma criança autista no Brasil exige um esforço financeiro e emocional significativo. Além das despesas com plano de saúde (R$ 1.500), medicamentos (R$ 800) e alimentação especial (R$ 1.000), os pais enfrentam custos com combustível para as terapias (R$ 1.000) e cuidados 24 horas por dia. Para muitas famílias, essa é a realidade diária: a impossibilidade de sair para atividades de lazer, como jantar fora ou ir à igreja, devido à necessidade constante de acompanhamento.
O Impacto Emocional e Social do Autismo
O autismo não tem cura, e as famílias muitas vezes se veem isoladas, sem apoio adequado. Apesar das dificuldades financeiras e emocionais, as pessoas com autismo podem ser mal interpretadas. Em momentos de crise, um autista pode, sem intenção maliciosa, agredir alguém ou tocar em outras pessoas. Isso ocorre por falta de compreensão da natureza do transtorno.
Além disso, a sociedade ainda luta para compreender as necessidades específicas dos autistas. Muitos não veem a vaga de estacionamento para deficientes ou a prioridade em filas como uma necessidade, mas sim como um privilégio. Para as famílias, esses recursos são essenciais para garantir a mobilidade e a dignidade.
Preconceito e Falta de Empatia
Nas escolas, autistas sofrem bullying, sendo beliscados, empurrados e chamados de nomes pejorativos. Muitos pais se sentem sozinhos, e ao expressar suas dificuldades, acabam ouvindo comentários insensíveis como “isso é um problema seu”. A sociedade, muitas vezes, não entende a gravidade do problema e não oferece a ajuda necessária.
Conscientização e Mudanças Necessárias
O mês de conscientização do autismo traz à tona algumas ações, mas ainda são medidas limitadas. É fundamental que a sociedade, as autoridades e os mais abastados se unam para melhorar as condições de vida das famílias atípicas, proporcionando um ambiente mais inclusivo e solidário.
A Necessidade de Empatia e Ação
Estamos em um momento crucial para fomentar a empatia e agir em favor das famílias atípicas. O apoio adequado pode transformar a vida dessas famílias, e é urgente que a sociedade tome uma postura mais compreensiva e responsável.
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